Especialidades

Onde posso ajudar

Áreas em que trabalho com maior profundidade e onde a minha abordagem é mais diferenciada.

PHDA & Neurodiversidade

Para adultos que sempre souberam que funcionam de forma diferente.

A PHDA em adultos é frequentemente invisível — especialmente em mulheres. A procrastinação, a desregulação emocional, a dificuldade de manter rotinas e a sensação constante de "fazer tudo errado" são sinais que muitas vezes chegam tarde ao diagnóstico.

No consultório, trabalhamos o que significa ter PHDA para ti — não para o estereótipo. Isto inclui psicoeducação, estratégias práticas e, acima de tudo, a compreensão do teu funcionamento sem julgamento.

Para quem é

Adultos com suspeita ou diagnóstico de PHDA
Quem chegou à idade adulta sem diagnóstico
Pessoas com dificuldades de atenção, execução ou regulação emocional

Identidade & Videojogos

A psicologia está no teu ecrã — e pode dizer muito sobre quem és.

Os videojogos não são apenas entretenimento. São espaços onde experimentamos identidades, processamos emoções e construímos relações. A forma como jogas — os personagens que escolhes, os géneros que preferes, o que procuras numa partida — reflete padrões psicológicos reais.

Integro esta dimensão no processo terapêutico com quem joga. Não como curiosidade — como ferramenta clínica. Explorar o que os jogos significam para ti pode abrir portas que a conversa direta não abre.

Para quem é

Jogadores que querem explorar a sua relação com os jogos
Jovens adultos em processo de construção de identidade
Quem sente que os jogos ocupam um papel importante (e talvez complexo) na sua vida

Vinculação & Relações

Os padrões que aprendemos na infância moldam todas as relações adultas.

A teoria da vinculação explica porque nos relacionamos da forma que nos relacionamos — porque nos tornamos ansiosos em certas relações, porque evitamos intimidade, porque repetimos os mesmos padrões mesmo quando não queremos.

Trabalhar a vinculação não é revisitar o passado por revisitar. É perceber o que aprendeste a fazer para sobreviver emocionalmente — e avaliar se isso ainda te serve.

Para quem é

Quem repete padrões relacionais que não quer repetir
Pessoas com dificuldade em confiar ou em manter intimidade
Quem quer trabalhar a relação consigo mesmo e com os outros
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